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domingo, 19 de junho de 2011

Manual de dimensionamento de pessoal - COREN-SP


"Os aspectos quantitativos dos profissionais de enfermagem nas instituições de saúde são enfatizados para que haja a garantia da segurança e da qualidade de assistência ao cliente e a continuidade da vigília perante a diversidade de atuação nos cuidados e na atenção da equipe de enfermagem."
Enf. Lidia Demeneghi

terça-feira, 14 de junho de 2011

Colômbia em alerta por suspeita de caso de 'E.coli' mortal


Placa de Petri com meio de cultura e estirpes de bactérias E. coli enterohemorrágica (EHEC), em hospital universitário na Alemanha"As autoridades sanitárias dos departamentos colombianos de Córdoba e Antioquia estão em estado de alerta por causa de um paciente infectado com uma variante desconhecida da bactéria E. coli. 'Não se estabeleceu exatamente qual é o tipo de bactéria', disse uma fonte da Secretaria de Saúde de Montería, capital do departamento de Córdoba, ao noroeste da Colômbia. A variante hemorrágica da E. coli provocou a morte a 34 pessoas na Alemanha e de uma na Suécia."

domingo, 12 de junho de 2011

São Paulo proíbe uso de jaleco fora do hospital


Em São Paulo, os médicos estão proibidos de usar jaleco fora do ambiente de trabalho. Quem desrespeitar a lei estadual, publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial do Estado, está sujeito à multa de 174,50 reais. O valor dobra em caso de reincidência. O objetivo é impedir que os jalecos sirvam de fonte e veículo de transmissão de micro-organismos.Mas as chances de se tornar “letra morta” são grandes. Ainda não está definido quais são as formas de fiscalização e de aplicação da multa. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, por enquanto, a infração à legislação não terá efeito punitivo. A Secretaria ainda afirma que será realizada uma campanha de conscientização e adesão à lei.



Estudo — Uma pesquisa publicada em setembro do ano passado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) mostrou a presença maciça de bactérias em jalecos médicos. Foram analisados, por duas pesquisadoras, 48 alunos que utilizavam jaleco. Os resultados foram alarmantes: 95,8% estavam contaminados. Entre as bactérias encontradas, havia aStaphylococcus aureus, principal responsável pelas infecções hospitalares.Em São Paulo, os médicos estão proibidos de usar jaleco fora do ambiente de trabalho. Quem desrespeitar a lei estadual, publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial do Estado, está sujeito à multa de 174,50 reais. O valor dobra em caso de reincidência. O objetivo é impedir que os jalecos sirvam de fonte e veículo de transmissão de micro-organismos.




A lei que veta o uso externo de equipamentos de proteção individual foi publicada ontem no Diário Oficial do Estado. Em caso de reincidência, o valor da multa será dobrado, à multa - estipulada em 10 Unidades Fiscais do Estado de São Paulo (Ufesp), ou seja, R$174,50, atualmente.

Estratégias para a Prevenção de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde


segunda-feira, 6 de junho de 2011

Saiba a diferença entre medicamentos de referência, similares e genéricos

Quando um medicamento inovador é registrado no País, chamamos esse medicamento de “referência”. A eficácia, segurança e qualidade desses medicamentos são comprovados cientificamente, no momento do registro junto à Anvisa. Como os laboratórios farmacêuticos investem anos em pesquisas para desenvolvê-los, têm exclusividade sobre a comercialização da fórmula durante o período de patente. “A patente pode durar entre 10 e 20 anos”, 

Após a expiração da patente, abre-se a porta para a produção de medicamentos genéricos. O medicamento genérico é aquele que contém o mesmo fármaco (princípio ativo), na mesma dose e forma farmacêutica, é administrado pela mesma via e com a mesma indicação terapêutica do medicamento de referência no país. “São feitos testes em pacientes que tomam remédios de referência e genéricos, e é feito o exame de sangue dessas pessoas. Em seguida, analisamos se os efeitos deste remédio no organismo são os mesmos” ressaltou Barbano em resposta à pergunta feita pela apresentadora Ana Maria Braga.
O genérico é intercambiável com o medicamento de referência.  A segura substituição do medicamento de referência pelo seu genérico é assegurada por testes de bioequivalência apresentados à Anvisa. Essa intercambialidade somente poderá ser realizada pelo farmacêutico responsável.
Na embalagem dos genéricos deve estar escrito "Medicamento Genérico" dentro de uma tarja amarela. Como os genéricos não têm marca, o que você lê na embalagem é o princípio ativo do medicamento. O preço do medicamento genérico é 35% menor pois os fabricantes de medicamentos genéricos não necessitam fazer investimentos em pesquisas para o seu desenvolvimento, visto que as formulações já estão definidas pelos medicamentos de referência. Outro motivo para os preços reduzidos dos genéricos diz respeito ao marketing. Os seus fabricantes não necessitam fazer propaganda, pois não há marca a ser divulgada.
Similares – Além dos medicamentos de referência e os genéricos, há a categoria dos medicamentos similares. De acordo com a definição legal, medicamento similar é aquele que contém o mesmo ou os mesmos princípios ativos, apresenta mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e indicação terapêutica, mas pode diferir em características relativas ao tamanho e forma do produto, prazo de validade, embalagem, rotulagem, excipientes e veículo, devendo sempre ser identificado por nome comercial ou marca.
Os medicamentos genéricos e similares podem ser considerados “cópias” do medicamento de referência. Para o registro de ambos medicamentos, genérico e similar, há obrigatoriedade de apresentação dos estudos de biodisponibilidade relativa e equivalência farmacêutica. Desde sua criação, o medicamento genérico já tinha como obrigatoriedade a apresentação dos testes de bioequivalência, enquanto a obrigatoriedade de tais testes para medicamentos similares foi a partir de 2003.  Até 2014 todos os medicamentos similares já terão a comprovação da biodisponibilidde relativa.


Fonte: ANVISA - Agencia Nacional de Vigilância Sanitária

Ministério da Saúde e Anvisa divulgam esclarecimentos sobre E. coli


O Ministério da Saúde e a Anvisa divulgaram nesta sexta-feira (3/6) uma nota técnica com esclarecimentos sobre o surto por bactéria E. coli ocorrido na Europa. De acordo com as primeiras orientações, se trata de um cepa rara da bactéria e as informações estão sendo acompanhadas em tempo real pelas autoridades brasileiras. Até o momento não serão adotadas medidas restritivas pela Anvisa. De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o Brasil não importa os três alimentos atualmente indicados como mais prováveis fontes da contaminação.
Quanto aos alimentos em conserva importados da Europa, deve-se esclarecer que esses alimentos não estão comumente associados a surtos dessa natureza. Para os viajantes que estejam se dirigindo à Alemanha, é recomendável evitar consumir vegetais crus, em especial, pepinos, tomates e alfaces, até que a origem do surto seja confirmada. Além disso, os viajantes devem estar atentos a outras recomendações das autoridades alemãs.


quinta-feira, 26 de maio de 2011

O IMPOSSÍVEL É POSSÍVEL




O IMPOSSÍVEL É POSSÍVEL
Desde a morte de Tancredo Neves em 1985 que a famigerada infecção hospitalar é notícia em nosso país e vira e mexe encontramos na mídia referências ao assunto. Durante décadas, porém, hospitais em todo o Brasil e em todo o mundo produziram milhões de dados estatísticos e atacaram pontualmente "surtos" de infecção hospitalar. Especialistas, mesmo os mais renomados, acreditavam, e muitos ainda acreditam que a infecção hospitalar estará sempre presente entre nós. É comum nos relatórios (quase secretos) das Comissões de Controle de Infecção Hospitalar encontrarmos expressões do tipo: nossa incidência de pneumonia associada à ventilação mecânica (PAV) está no nível endêmico.
Foram necessárias décadas para que começássemos a despertar para o fato que ninguém é internado em um hospital para adquirir uma PAV e que a ocorrência de pneumonia hospitalar em um paciente, mesmo que de alto risco, é um evento adverso que não tem, ou pelo menos não deveria ter um "nível endêmico". Foi apenas com o surgimento do relatório "To Err is Human" e a seguir com o surgimento da Campanha 5 Milhões de vidas que passamos a entender, ainda que com grandes dificuldades, que o único nível endêmico aceitável para a incidência de PAV é zero.


Mesmo assim, muitos (todos) acreditavam que isso era impossível, jamais conseguiríamos atingir nível zero na incidência de infecções hospitalares. Mais uma vez a ciência nos surpreendeu. Com a publicação dos resultados dos primeiros 18 meses da Campanha 100.000 vidas (predecessora da Campanha 5 Milhões de vidas) descobrimos que alguns hospitais conseguiram atravessar um ano sem nenhum caso de pneumonia associada à ventilação mecânica.



Recentemente, o Institute for Healthcare Improvement publicou novos resultados: mais de 65 hospitais estão há mais de um ano sem nenhum caso de PAV e o Community Hospital East em Indianápolis está há 25 meses livre dessa doença altamente letal.



Diante de dados tão contundentes, é necessário que esse novo paradigma se difunda e que os gestores hospitalares descubram que o impossível é possível. Talvez em alguns anos ou em poucas décadas, sejamos capazes de nos referir à infecção hospitalar como uma das mazelas do passado, como é para nós a Peste que no Século XIV dizimou milhões de vidas humanas.

domingo, 22 de maio de 2011

Porque implantar cirurgia segura?


Vale a pena?

Pacientes morrem por falta de equipamentos em hospital de Cuiabá



Manoel de Souza Neto morreu antes de fazer uma cirurgia, que foi adiada por Manoel de Souza Neto morreu antes de fazer uma cirurgia, que foi adiada por falta de equipamentos no Hospital Municipal de Cuiabá. Outro homem também faleceu pelo mesmo problema. Médicos já haviam denunciado a estrutura precária do pronto-socorro.falta de equipamentos no Hospital Municipal de Cuiabá. Outro homem também faleceu pelo mesmo problema. Médicos já haviam denunciado a estrutura precária do pronto-socorro.



Em uma pagina do jornal encontramos varias manchetes de escândalos envolvendo desvio de verbas, superfaturamento, a grande mobilização dos governos para “Viabilizar” as grandes competições copa e olimpíadas, ou “Viabilizar novas oportunidades de desvios, em outra encontramos pacientes morrendo por absoluta falta de recursos, falta de vagas, equipamentos, médicos, enfim falta de tudo...
Até quando?
Até quando vamos aceitar a política do Pão e Circo?


Marcos Reis