Eu

Eu
Quer mudar o resultado? Mude de atitude.

segunda-feira, 22 de abril de 2019

Curso Encantamento do Cliente

Encantamento do Cliente 

Sensibilizar os colaboradores da sua empresa sobre a dificuldade enorme que existe no atendimento ao cliente é um grande desafio. O curso de Encantamento do Cliente tem como objetivo fornecer ferramentas atuais e eficazes para fidelizar o cliente com a sua Empresa.
_____________________

OBJETIVOS:
  • Capacitar profissionais a utilizarem plenamente seus potenciais na comunicação para contatos pessoais e telefônicos com encantamento de seus clientes com foco na melhoria da qualidade do atendimento
  • Desenvolver nos colaboradores a compreensão da importância do atendimento com encantamento.
  • Fornecer informações para os treinamentos sobre os principais perfis de cliente.
  • Desenvolver a postura de parceria com Cliente - esse grande desconhecido.

  • Entender os diferentes estilos de atendimento que os clientes exigem - ser parceiro ou amigo do cliente.
__________________________________

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 

  • Atendimento ao Público x Relações Públicas.
  • Cliente interno (colaborador) x Cliente externo
  • Utilizar a teoria da análise transacional para aplicar no atendimento de clientes exigentes.
  • Como desenvolver a postura para o encantamento do cliente.
  • Quais comportamentos os clientes possuem? Como atender cada tipo de cliente com encantamento.
  • O atendimento telefônico. Um amigo ou inimigo do cliente?
  • Todo cliente é especial. Por quê? Quem é ele?
  • Como desenvolver posturas de autoanálise mediante comparação, com objetivos de reduzir os riscos de atendimento desqualificado.





domingo, 17 de novembro de 2013

Protocolos ANVISA para Segurança do Paciente



Prevenção de Queda


Identificação do Paciente

Protocolo de Segurança na Prescrição, Uso e Administração de Medicamentos


Cirurgia segura

Higiene das Mãos em Serviços de Saúde


Protocolo Para Prevenção de Úlcera Por Pressão







terça-feira, 4 de junho de 2013

Aprendendo com Erros


Segurança do Paciente e a Organização Mundial da Saúde

Após a ocorrência de um erro que causou danos a um paciente, muitas vezes nos perguntamos: como isso aconteceu?

domingo, 21 de abril de 2013

ISMP BRASIL | ARTIGOS

ISMP BRASIL | ARTIGOS:


O Instituto para Práticas Seguras no Uso dos Medicamentos (ISMP Brasil) foi fundado no Brasil a partir de iniciativas voluntárias de profissionais com experiência na promoção da segurança dos pacientes, principalmente quanto à utilização de medicamentos nos diferentes níveis de assistência à saúde. A ideia surgiu em março de 2006, na cidade de Belo Horizonte (MG), durante o I Fórum Internacional sobre Segurança do Paciente e Erros de Medicação e se concretizou, por meio de registro formal, em março de 2009.
O Instituto é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos, filiado ao ISMP (Institute for Safe Medication Practices) dos EUA. Além do Brasil, existem organizações no Canadá e na Espanha. O ISMP Brasil é o primeiro afiliado localizado no Hemisfério Sul.
Os objetivos do ISMP Brasil:
  • Compreender a epidemiologia dos erros de medicação;
  • Disseminar informações práticas que auxiliem instituições e profissionais na prevenção desses eventos;
  • Promover o uso seguro de medicamentos.

QUEM NÃO SOMOS

O ISMP Brasil não é uma organização governamental, regulatória, de fiscalização ou de acreditação.
Os objetivos do Instituto são focados na prevenção dos erros de medicação. Entretanto, o ISMP Brasil não estabelece padrões obrigatórios ou impõe a adoção de suas recomendações pelas instituições de saúde no Brasil.


'via Blog this'

MedicaMentos PotencialMente Perigosos




quarta-feira, 3 de abril de 2013

Programa Nacional de Segurança do Paciente



O Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) lançaram nesta segunda-feira (1), em Brasília, o Programa Nacional de Segurança do Paciente, cujo objetivo é prevenir e reduzir a incidência de eventos adversos.
Para prevenir essas ocorrências, o Ministério da Saúde e ANVISA tornam obrigatório que todos os hospitais do país montem equipes específicas chamado de Núcleo de Segurança do Paciente – para aplicar e fiscalizar regras sanitárias e protocolos de atendimento que previnam quanto a falhas de assistência. Este núcleo funcionará como referência dentro de cada instituição na promoção de um cuidado seguro e também na orientação aos pacientes, familiares e acompanhantes. O núcleo deverá entrar em funcionamento em 120 dias.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Serviços de endoscopia ganham regras para segurança do paciente



Serviços de endoscopia ganham regras para segurança do paciente

5 de março de 2013

Os serviços de saúde que realizam atividades de endoscopia ganharam regras específicas para o seu funcionamento. O foco da norma é garantir a segurança dos pacientes que precisam se submeter a este tipo de procedimento.

Endoscopia é o procedimento que possibilita o exame de órgãos internos por meio de um equipamento chamado endoscopio. A forma mais conhecida é a endoscopia digestiva, mas a prática é utilizada por diversas especialidades médicas, como a ginecologia, proctologia, urologia e otorrinolaringologia.

As novas regras constam da resolução RDC 06/13. Essa é a primeira norma específica para os serviços de endoscopia. Até o momento, os serviços de saúde que realizavam este procedimento deveriam seguir regras gerais relacionadas ao processamento de equipamentos e acessórios. A resolução trata, de forma especial, os processos de limpeza e desinfecção dos equipamentos, pois a falha nestas etapas representa maior risco de contaminação para os pacientes.

Pela regra, os estabelecimentos deverão ter protocolos internos para o processamento dos equipamentos após o uso, sendo que o intervalo de atendimento dos pacientes deverá respeitar o tempo necessário para a limpeza e desinfecção. No novo texto, os serviços de endoscopia estão separados em três categorias, de acordo com o tipo de sedação e anestesia utilizadas.
Para as categorias II e III, por exemplo, será obrigatória a presença de desfibrilador, ressuscitador manual do tipo balão autoinflável, sondas de aspiração, entre outros equipamentos. Isso porque os seviços dessas categorias são os que utilizam algum tipo de sedação. Já as endoscopias de categoria I utilizam apenas anestesia tópica.

Os serviços de endoscopia terão três meses para se adequar à norma. Já as mudanças relativas à infraestrutura física e recursos humanos deverão ser atendidas em 12 meses.

Leia a norma: RDC 06/13
Imprensa / Anvisa

domingo, 9 de setembro de 2012

Arquitetura Baseado em evidência


Mais do que estrutura técnica e profissional, a eficiência de um tratamento médico recebe influências de ordem comportamental e psíquica, considerando tempo e espaço. Descubra que não existe apenas medicina baseada em evidência, mas também arquitetura hospitalar
UTI Neurológica do Beneficência Portuguesa (SP): Após estudo, identificou-se que pacientes internados em ambiente fechado tiveram 33% mais delírio do que os que estavam com janelas
A medicina baseada em evidência, que alia ciência a resultados da prática clínica para orientar a tomada de decisão terapêutica, tem seu modelo replicado para outros setores do âmbito hospitalar, como a arquitetura. Nos últimos tempos, cientistas desenvolveram estudos que mensuram o impacto do design da saúde na eficiência do tratamento. Itens como leitos individuais Vs leitos compartilhados, redução de barulho no ambiente hospitalar, melhoria da iluminação, aperfeiçoamento da ventilação interna, entre outros foram comprovadamente apontados como influenciadores no resultado final da assistência hospitalar.
De acordo com o estudo “The role of the Physical Environment in the Hospital of the 21 Century: A Onc in a Lifetime Opportunity”, de Roger Ulrich e Craig Zimring, é possível reduzir a taxa de infecção hospitalar através do aumento da lavagem de mãos das equipes assistenciais com ações que vão além de campanhas de incentivo. Ações como inserir depositórios de álcool gel próximos ao leito e nas saídas dos quartos, bem como pias próximas aos locais em que são administradas as medicações, contribuem para um aumento da lavagem de mãos e consequente redução de infecção hospitalar.
Para este tipo de preocupação se dá o nome de arquitetura hospitalar baseada em evidência. O termo foi criado pelo Center for Health Design, instituição norte-americana, que o definiu como sendo o “processo de basear decisões de projetos sobre o ambiente construído em pesquisas com credibilidade, para atingir os melhores resultados possíveis”. Na prática, é um protocolo completo de projeto, que tira proveito da experiência de uma equipe multidisciplinar e do corpo do conhecimento científico publicado na área de projetos, com ênfase para a busca de evidências, registro de hipóteses, mensuração e publicação dos resultados.
Uma vez que as instituições hospitalares tomam consciência de que o ambiente construído influencia em larga escala a resolutividade de sua prática assistencial, a produtividade dos seus recursos e, por consequência, seu resultado financeiro, elas tendem a exigir mais segurança com relação aos resultados esperados de cada decisão de projeto. Como por exemplo, qual a influência de oferecer salas de cirurgia com antessalas de preparo de paciente para o turnover de sala.
De acordo com o diretor executivo e arquiteto da Kahn do Brasil, Arthur Brito, a metodologia de um projeto baseado em evidência deve seguir os seguintes passos:

• Definição do objetivo e escopo do estudo;

• A busca sistemática por fontes de informações;
• A interpretação de evidências;
• A definição de hipóteses;
• A coleta da base de dados (dependendo da metodologia de pesquisa);
• O monitoramento da aderência de projeto;
A medição e publicação de resultados. Assim como fazem, quando escolhem uma modalidade de investimento financeiro e posterior monitoração de resultados.
Para Brito, “a intenção da metodologia é exatamente a de comprovar os casos em que a arquitetura e engenharia beneficiam resolutividade e qualidade da assistência e quando sua influência não é clara ou decisiva”.
Os hospitais que tomam a decisão de adotar uma arquitetura baseada em evidência precisam envolver um grupo heterogêneo de pessoas em uma equipe de projeto que pode chegar a contar com:

• Proprietário, planejador hospitalar, arquiteto e construtor;

• Liderança executiva: Gestão financeira e tomadores de decisão;
• Pessoal da linha de frente: enfermagem, médicos, técnicos e equipe de apoio;
• Consultores: tendências e tecnologias;
• Representantes dos pacientes (reais ou emulados);
• Líderes das comunidades: quando há influência urbana e Pesquisador.
Segundo o arquiteto, o hospital que aplica a arquitetura baseada em evidência se foca nos resultados das suas decisões de projeto, construção e operação. Será, portanto, muito mais provável que implemente uma solução efetiva e, certamente, terá elementos para monitorar se está atingindo os resultados esperados e antecipar uma possível ação corretiva, caso não esteja no caminho almejado.  “Será um hospital preparado para os desafios do futuro”, pontua Brito.
Aderência

De acordo com o diretor da Kahn do Brasil, o projeto hospitalar anseia por método e organização. “Os administradores já descobriram isto, quando buscam as certificações de qualidade (ISO, Joint Comission, ONA etc.) e são igualmente receptivos a projetos e profissionais acreditados”, sinaliza.

Ter o projeto arquitetônico que comprovadamente garante mais eficiência ao tratamento beneficia as instituições em acreditações.  A Joint Comission, por exemplo, já tem envolvimento com o CHD, pois grande parte dos seus critérios versa sobre a segurança do paciente. “Uma vez que o a arquitetura baseada em evidência tem como agenda a busca por soluções comprovadas no tema, a certificação de edifícios projetados com a metodologia é muito fácil”, defende Brito.
Para Márcio Oliveira, presidente de Desenvolvimento Técnico Científico da ABDEH (Associação Brasileira para o Desenvolvimento do Edifício Hospitalar), a cultura do design baseado em evidência é nova no Brasil e poucas instituições adotam, influenciadas pelos técnicos dos projetos, que entrando em contato com as metodologias, colocam isso como elemento a ser perseguido. “No Brasil não há uma divulgação de resultados, por meio de pesquisas científicas. Isto precisa ser fomentado nos hospitais”, avalia.


Benefícios clínicos da arquitetura
Em 2009, o Hospital Beneficência Portuguesa, de São Paulo, desenvolveu um plano diretor, que contemplava a modernização e ampliação da estrutura com foco em humanização e eficiência da arquitetura. Fruto deste planejamento foi a reforma da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neurológica, inaugurada em 2011 com novo design e 33 leitos. De acordo com Viviane Veiga, médica intensivista e assistente da UTI Neurológica da instituição, durante o projeto de reforma e mudança, a equipe médica participou de forma ativa junto com a arquitetura para que, baseado em estudos americanos, a UTI fosse reestruturada.
Como resultado, os leitos das UTI´s ganharam janelas, aumentou-se a distância entre os leitos, permitindo que a família fique junto ao paciente e criou-se uma ante-sala com televisão e sofá para a família ou acompanhantes aguardarem enquanto o paciente permanece na UTI. Para Viviane, a mudança estrutural viabiliza que a família acompanhe de forma mais confortável o paciente. “Tivemos uma mudança física e cultural, pois a equipe multiprofissional já aceita de uma forma mais natural a presença da família na UTI. E a família consegue perceber todo o processo e trabalho da equipe assistencial”, conta.
Com um investimento da ordem de R$ 7,2 milhões na UTI neurológica, a instituição conseguiu identificar benefícios clínicos com essas mudanças. Foi realizado um estudo avaliando 22 leitos da instituição, dos quais 11 já tinham janelas implantadas e os outros 11 não tinham (era ambiente fechado), em um período de 15 dias, com todos os pacientes internados. Chegou-se a conclusão de que na UTI sem janelas os pacientes tiveram 33% mais delírio do que os pacientes que tinham janelas, em análise feita de acordo com a metodologia CAM-ICU. “Os pacientes que tiveram mais delírio tiveram aumento de internação na UTI e consequentemente aumento de custo”, reforça a médica.
Para Viviane, a arquitetura do hospital deve ser reorganizada com olhos voltados para processos, para a área clínica e para o estético. “É preciso criar mecanismos para facilitar os processos, o tratamento, além da estética”, completa.

O Hospital realizou o mesmo tipo de modernização nas áreas de hemodiálise e pronto atendimento, com um foco maior em humanização.

Humanização e Arquitetura Baseada em Evidência: divididos por uma linha tênue.
No processo de humanização hospitalar, a arquitetura é um dos elementos chave. Entretanto, quando se trata de um projeto de design baseado em evidência, o inverso não é verdadeiro. Os elementos adotados para ganhar em qualidade assistencial não necessariamente precisam estar atrelados à humanização do tratamento.
Outra instituição que trabalha na linha tênue entre humanização e arquitetura baseada em evidência é o Hospital Vita Curitiba. Construído em uma antiga estrutura de hotel, a entidade aproveitou a arquitetura hoteleira, adequando-se às necessidades médicas. “O Centro cirúrgico foi construído próximo ao Pronto-socorro, área de exames e UTI´s facilitando a locomoção de pacientes. A UTI geral tem um acesso direto com o centro cirúrgico”, conta o superintendente da instituição, Flaviano Feu Ventorim.
A arquitetura dos leitos foi mantida preservando as varandas, desta forma proporcionando uma área aberta exclusiva para cada apartamento e possibilitando espaço para o paciente tomar banho de sol com privacidade e maior espaço para acompanhantes.
O hospital conta com um grupo de trabalho, chamado Time do Ambiente, formado por profissionais de diversas áreas do Vita, que estão constantemente avaliando riscos e sugerindo oportunidades de melhorias na estrutura, com o objetivo de aprimorar a qualidade e segurança assistencial. Reformas e novas áreas são planejadas conforme experiência anterior, relatos das equipes multiprofissionais e pesquisa com os clientes. “As obras passam por avaliação da equipe médica. As sugestões e orientações da gerência médica e equipe multiprofissional, formada por psicólogos, fisioterapeutas, enfermeiros e nutricionistas, são fundamentais para a definição dos projetos de reformas e novas obras”, complementa o superintendente.
No caso das Unidades de Terapia Intensiva, o hospital além de ter jardim de inverno, áreas amplas, os boxes contam com claridade externa, com espaço físico privativo e tons claros. Nas UTI´s geral e cardiológica é utilizada a cor azul, considerada suave, capaz de proporcionar calma, tranquilidade, afetuosidade, paz e segurança. “É conveniente utilizar o azul em locais sujeitos a muita tensão, pois esta cor também ajuda a baixar a pressão sanguínea e a reduzir o estresse e a tensão”, pontua Ventorim.
De acordo com o executivo, no processo de recuperação do paciente, a iluminação pode auxiliar na orientação temporal e na manutenção do ciclo sono-vigília, já que o uso de sedativos impede que o paciente diferencie dia e noite.
Com exemplos nacionais como este, a cura antes instituída exclusivamente ao tratamento médico, com o tempo vai ganhando influências de ordem comportamental e arquitetônica, mostrando que o controle sobre a eficiência de um tratamento não está somente nas mãos do médico, nem do paciente, mas também do ambiente em que está inserido.